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Rubens Barrichello, da Brawn GP, não irá aceitar que a temporada 2009 seja sua última chance de conquistar o título da Fórmula 1. O brasileiro reconhece que sua carreira esteve por um fio no final do ano passado, mas a 12 pontos do líder do campeonato, Rubinho não quer que este ano seja sua última chance no esporte.“Quem sabe”, disse Barrichello, recordista em números de GPs disputados na F-1. “Talvez eu pilote por mais dois ou três anos. Na minha vida eu sempre pensei positivamente, e eu estou convicto que esta atitude me colocou onde eu estou atualmente”.Seu companheiro de equipe, Jenson Button, já venceu três vezes com o BGP 001, mas Rubinho afirmou que não se sente psicologicamente derrotado. “Corridas não são como o tênis. Não é como você estar no terceiro set, já tendo perdido os outros dois. Eu sei pelos anos passados que eu posso pilotar tão rápido quanto o Jenson”.
A McLaren escapou nesta quarta-feira de levar uma severa punição por causa da mentira contada no GP da Austrália de Fórmula 1 deste ano, envolvendo o campeão mundial Lewis Hamilton. O Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) se reuniu para julgar o caso e decidiu punir a equipe com três corridas de suspensão, isso no caso de ela voltar a infringir o Código Esportivo Internacional nos próximos 12 meses.
A introdução de um limite voluntário de orçamento na Fórmula 1 deve ser aprovada amanhã na reunião do Conselho Mundial de Esportes a Motor da FIA. Caso seja dada a luz verde, novas equipes devem apresentar interesse em fazer parte da principal categoria do automobilismo. Agora, falta apenas definir qual deve ser o teto a ser definido pela entidade.Na última semana, o presidente da FIA, Max Mosely, pediu para que as equipes apresentassem uma idéia de qual seria um valor máximo ideal. Isso porque a proposta inicial de limitar o orçamento em 30 milhões de libras foi considerada muito baixa pelas principais escuderias da categoria.De acordo como site da revista Autosport, as equipes pediram mais tempo para analisar o tema. No entanto, essa decisão não impediu que a FIA desse continuidade em sua proposta, que voltará a ser discutida na reunião do Conselho marcada para esta terça-feira em Paris, na França.Inicialmente, a audiência de amanhã foi marcada para discutir a polêmico caso de mentira da McLaren no GP da Austrália. Contudo, é praticamente certo que a FIA irá aproveitar a ocasião para avançar nos regulamentos da categoria para 2010. E o limite orçamentário será discutido.Como as equipes não enviaram um limite para a entidade, acredita-se que um teto deve ser aprovado, mas se que ele seja inicialmente estipulado. O novo valor será definido após futuras negociações com as equipes.Com isso, a FIA deve apenas determinar quais serão os critérios técnicos dessa limitação orçamentária, especificando o que será permitido e o que será vetado para quem ficar acima do limite estabelecido.Para o presidente da Toyota, John Howett, acredita que essa é uma questão complexa. “É tudo bastante complicado. É preciso saber o que está incluído e o que não estará. Na nossa opinião, o salário dos pilotos deve fazer parte se a gente realmente quiser falar sobre redução nos custos. Mas tem muitas diferenças nas opiniões das equipes. É preciso levar em conta que quem fornece motor precisa ter um limite maior”.
O tricampeão mundial Nelson Piquet afirmou que seu filho Nelsinho, da Renault, precisa de apoio e não de críticas para melhorar seu desempenho na temporada da Fórmula 1.
Uma das principais equipes da GP2, a iSport International é mais uma das interessadas em entrar na Fórmula 1 caso seja confirmado o teto orçamentário para o ano que vem. No projeto de Paul Jackson, chefe dos britânicos, consta o nome de Bruno Senna, que defendeu a equipe em 2008. Assim como a Prodrive de David Richards, a iSport é um outro time que pode passar a integrar a elite do automobilismo mundial se a ideia da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) de restringir os gastos máximos em 2009 for aprovado.